











Em 1.988 nossa Lei Fundamental, pela primeira vez na história, abordou o tema meio ambiente, dedicando a este um capítulo, que contempla não somente seu conceito normativo, ligado ao meio ambiente natural, como também reconhece suas outras faces: o meio ambiente artificial, o meio ambiente do trabalho, o meio ambiente cultural e o patrimônio genético, também tratados em diversos outros artigos da Constituição.
O Art. 225 exerce na Constituição o papel de principal norteador do meio ambiente, devido a seu complexo teor de direitos, mensurado pela obrigação do Estado e da Sociedade na garantia de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, já que se trata de um bem de uso comum do povo que deve ser preservado e mantido para as presentes e futuras gerações.
Sera que o novo codigo florestal nos vai proporcionar isso,pois se ele entrar em vigor condenara 100 mil especies há extiçao e hora de pensar sobre nosso futuro.

O tamanduá-bandeira (nome científico: Myrmecophaga tridactyla) é um mamífero sem dentes de cerca de 1,20 m de comprimento, fora a cauda, que pode ter até 90 cm. Sua altura chega a 60 cm e o peso vai quase a 40 kg. Vive em média 25 anos. Ele habita os cerrados e e florestas das Américas Central e do Sul, inclusive no Brasil. Pode ser visto com relativa facilidade na Serra da Canastra, caminhando calmamente, com seu enorme focinho, à procura de formigas e cupins. Normalmente ele caça à tardinha e à noite.
Possui pelo bem grosso e duro, com a cauda longa, parecendo uma bandeira, de onde vem seu nome popular. Sua língua pegajosa, com cerca de 60 cm, alojada em seu longo focinho cônico, facilita muito a sua busca por alimento. O olfato é muitíssimo apurado, e compensa sua visão deficiente.
Suas garras poderosas e longas cavam e destroem os cupinzeiros, e não o deixam caminhar com os dedos em posição normal (para a frente). Ele anda com os dedos voltados para dentro. A força de suas garras gerou a expressão "abraço de tamanduá", porque quando ele é atacado ou se sente acuado, abraça seu oponente e o ataca com as garras. São comuns os casos de cães que morrem ao atacar tamanduás, sendo furadospor eles, principalmente no abdômen.
Sua alimentação se constitui basicamente de cupins, formigas, e larvas de insetos como o besouro. Um tamanduá-bandeira pode comer mais de 30.000 insetos num só dia.
A gestação dos filhotes, que nascem na primavera com peso próximo a 1.300 gramas, dura 190 dias. Os filhotes são carregados nas costas pela mãe até serem desmamados - de 6 a 9 meses. Então virá a gestação seguinte, e o filhote viverá sozinho. O tamanduá-bandeira normamlmente só é visto em dupla na época de acasalamento ou durante a amamentação.
O tamandua bandeira esta em extição por isso e precizo sempre ficar alerta para que este animal lindo nao seja extinto pelo homen devido a queimadas e desmatamento.



Segundo o IEF (Istituto Estadual de Florestas) as diferentes formas de relevo em Minas Gerais, somadas às especificidades de solo e clima, propiciaram paisagens muito variadas, recobertas por vegetações características, adaptadas a cada um dos inúmeros ambientes particulares inseridos no domínio de três biomas brasileiros: o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga.
O domínio do Cerrado, localizado na porção centro-ocidental, ocupa cerca de 57% da extensão territorial do Estado, o domínio da Mata Atlântica, localizado na porção oriental, é de cerca de 41% da área do Estado. O domínio na caatinga, restrito ao norte do Estado, ocupa cerca de 2% do território mineiro.
De modo geral, a paisagem transita para o cerrado ao sul e a oeste, para a região dos campos rupestres ao centro e para a floresta atlântica a leste, exibindo fases de transição de difícil caracterização, ou como manchas inclusas em outras formas de vegetação. As veredas e os campos de várzeas, aparecem em menor escala, incluídos nos biomas.
O cerrado, maior bioma do Estado, aparece especialmente nas bacias dos rios São Francisco e Jequitinhonha. Nesse bioma, as estações seca e chuvosa são bem definidas. A vegetação é composta por gramíneas, arbustos e árvores.
A Mata Atlântica é o segundo maior bioma em Minas. A vegetação é densa e permanentemente verde, e é grande o índice pluviométrico nessas regiões. As árvores têm folhas grandes e lisas. Encontram-se nesse ecossistema muitas bromélias, cipós, samambaias, orquídeas e liquens.
Os Campos de Altitude ou Rupestres se caracterizam por uma cobertura vegetal de menor porte com uma grande variedade de espécies, com predomínio da vegetação herbácea em que os arbustos são escassos e as árvores raras e isoladas. É encontrado nos pontos mais elevados das serras da Mantiqueira, Espinhaço e Canastra.
A Mata Seca aparece no Norte do Estado, no vale do rio São Francisco. As formações vegetais desse bioma se caracterizam pela presença de plantas espinhosas, galhos secos e poucas folhas na estação seca. No período de chuvas, a mata floresce intensamente apresentando grandes folhagens. A vegetação desse bioma é muito rica. As imponentes Barrigudas, ou Embarés, são as principais árvores do bioma. Também aparecem Pau Ferro, Ipês e Angicos.
A caatinga está localizada no Norte do Estado e ocupa cerca de 3,48 do território mineiro. É um bioma único no mundo, ou seja, grande parte das espécies de animais e plantas dessa região não é encontrada em nenhum outro lugar do planeta. Este patrimônio biológico ainda é pouco estudado e corre grande risco de não ser identificado, devido ao avanço do desmatamento descontrolado.
Segundo o Mapa da Flora Nativa e dos Reflorestamentos de Minas Gerais (estudo elaborado pelo Instituto Estadual de Florestas em parceria com a Universidade Federal de Lavras), em 2005, cerca de 33,8% do território de Minas Gerais mantinham cobertura vegetal nativa. Esse percentual está assim dividido entre os principais biomas e sua principais tipologias:
• Cerrado: 19,94%
- Campo: 6,60%
- Campo cerrado: 2,56%
- Cerrado Stricto Sensu: 9,48%
- Cerradão: 0,61%
- Veredas: 0,69%
• Mata Atlântica: 10,33%
- Campo Rupestre: 1,05%
- Floresta Estacional Semidecidual: 8,90%
- Floresta Ombrófila: 0,38%
• Caatinga (Floresta Estacional Decidual): 3,48%

